André Ferreira

André Ferreira é Licenciado em Órgão pelo Conservatório de Amesterdão, onde estudou com Jacques van Oortmerssen, tendo igualmente a oportunidade de trabalhar com Pieter van Dijk. Concluiu o Mestrado em Órgão da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), sob a orientação de João Vaz. Iniciou os seus estudos de órgão com António Esteireiro no Instituto Gregoriano de Lisboa, continuando posteriormente com Jos van der Kooy no Conservatório de Haia. Frequenta a licenciatura em Oboé Barroco, com Pedro Castro, na ESML. Como solista ou integrado em diversos agrupamentos musicais já efectuou recitais em Portugal, Espanha, Itália e Holanda.
Colabora como organista com a Paróquia de S. Tomás de Aquino e com a Paróquia de Santa Maria de Belém, Mosteiro dos Jerónimos. É professor de Órgão na Escola Diocesana de Música Sacra do Patriarcado de Lisboa e na Sé Catedral de Faro.
É licenciado em Matemática Aplicada e Computação pelo Instituto Superior Técnico.

Maria Bayley

Maria Bayley começou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, estudando cravo com Cristiano Holtz. Licenciou-se em cravo no Conservatório Real de Haia (Holanda) na classe de Jacques Ogg. Obteve o mestrado em teclados medievais e renascentistas na Schola Cantorum Basiliensis (Suíça) com Corina Marti, e o mestrado em canto na especialização de ensemble de música antiga com Ildikó Hajnal no Conservatório de Tilburg (Holanda). Estudou harpa barroca como segundo instrumento em ambos mestrados, com Emma Huysser e Heidrun Rosenzweig respectivamente.
Como solista obteve o primeiro prémio no concurso de cravo Carlos Seixas (2005), no Concurso Nacional de Cravo (2008) e no prémio Jovens Intérpretes de Música Antiga (2012). Apresentou-se em concerto em vários festivais, incluindo os encontros da Fundação Alemã de Clavicórdio (Bad Krozingen, Alemanha), o Ciclo de Música Antiga de Valência (Espanha), o Ciclo Art et Leonhard (Basileia, Suíça), entre outros. Com o ensemble Heptachordum obteve o primeiro lugar na categoria de ensemble barroco no Prémio Jovens Músicos (2012).
Colabora frequentemente com o Bach Koor Holland e os ensembles La Academia de los Nocturnos, Palma Choralis e Cantores Sancti Gregorii. Tocou também com a Orquestra XXI.
É vice-directora da associação Ars Hispana, dedicada à investigação e edição de música espanhola.
Fundou o ensemble Ars Lusitana em 2011, dedicado à interpretação de repertório maioritariamente português, e com o qual realizou vários workshops de polifonia Renascentista. É também membro fundador do ensemble 258, dedicado à performance de música Barroca, e cantora residente na Academia de Polifonia Espanhola em Pastrana.
Ocupou-se da direcção musical do projecto “E comparar-te a um dia de Verão?”, espectáculo apresentado nos Dias da Música (2019).
Concluiu o mestrado em teoria da música antiga no Conservatório Real de Haia, tendo efectuado o estágio integrado nestes estudo na Escola Superior de Música de Lisboa, leccionando um semestre da disciplina de Interpretação Histórica.

Teresa Duarte

A soprano Teresa Duarte nasceu em Lisboa em 1991. Iniciou os seus estudos musicais aos sete anos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, onde estudou violoncelo. Mais tarde ingressou na Academia de Amadores de Música, onde participou em várias óperas para crianças, como solista, e foi no Instituto Gregoriano de Lisboa que concluiu o secundário em música.
Licenciou-se em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa e no Conservatorium van Amsterdam. Durante os seus estudos em Amesterdão, Teresa teve a oportunidade de trabalhar com Sasja Hunnego, Floris Visser, Ira Siff, Margreet Honig e Jos van Veldhoven, entre outros.
Como membro do Coro Gulbenkian, Teresa já foi dirigida por Michel Corboz, Lorenzo Viotti, Esa-Pekka Salonen, Philippe Herreweghe, John Nelson, Joana Carneiro, Lawrence Foster, Paul
MacCreesh e Antoni Ros Marbà, entre outros.
Teresa colaborou com o Grupo Vocal Olisipo, a Orquestra XXI e o MPMP (Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa).
Participou em concertos como solista no CCB, Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro São Luiz, Theatro Circo, Teatro Aveirense, Cine-Teatro de Alcobaça e De Nationale Opera (Amesterdão).
Durante a presente temporada, participou no Festival Big Bang LX19 no CCB, no Festival de Órgão do Algarve, num recital dedicado ao Seicento Italiano na Casa-Museu Anastácio Gonçalves, e ainda em concertos com o Ensemble 258, do qual é membro e co-fundadora, em Lisboa e Auckland.

Laura Lopes

Natural de Lisboa, Laura Lopes iniciou os estudos de canto com Armando Possante no Instituto Gregoriano de Lisboa. Depois de completar a licenciatura em Direcção Coral e Formação Musical na Escola Superior de Musica de Lisboa, ingressou no Koninklijk Conservatorium em Haia, na Holanda onde se especializou em Canto – Música Antiga com Jill Feldman, Pascal Bertin e Rita Dams. Em 2017 mudou-se para Londres, completando uma pós-graduação em Arts Policy and Management na Birkbeck College, University of London.
Como solista tem cantado obras como o Stabat Mater de G. Pergolesi, Requiem de W. A. Mozart, Utrecht Te Deum de G. F. Handel, cantatas e Magnificat de J. S. Bach, ópera Dido e Eneias de H. Purcell (Sorceress), etc. Laura canta regularmente em ensembles como a Cappella Amsterdam, com quem gravou Josquin e Lassus como solista do coro, Nederlandse Bachvereniging (Young Bach Fellow 2015-2019), Nederlands Kamerkoor, Ensemble Corund, etc. e foi Scholar do ensemble vocal VOCES8 para as temporadas 2017/2018 e 2018/2019, fazendo agora parte da equipa da VOCES8 Foundation como workshop leader em projectos educativos em escolas em zonas carenciadas de Londres. Laura é ainda membro fundador e Coordenadora do Coro da Orquestra XXI.
Como administradora e produtora trabalha para o festival Les Azuriales Opera, Brighton Early Music Festival e Tenso Network Europe.
Em 2015 fundou o ensemble Le Voci delle Grazie, sendo este seleccionado em 2018 como European Emerging Ensemble pela plataforma EEEmerging, suportada pelo programa Creative Europe da União Europeia, tendo tido a oportunidade de fazer performances em festivais como Grandezze e Meraviglie Festivale Musicale Estense (Itália), Vivat Curlandia Festival (Letónia), Festival van Vlaanderen e MAFestival Brugge (Bélgica), Sons Antigos a Sul (Portugal), Utrecht Early Music Festival (Holanda), entre outros.
Futuros projectos em 2020 incluem a ópera La Dafne de M. da Gagliano (Ninfa) no Brighton Early Music Festival, Polyphonies Vocales com Sebastian Daucé em Royaumont (França), Carissimi, Rossi e Charpentier com a EEEmerging Academy e Geoffroy Jourdain (tour europeia), tour do CD de Lassus com Cappella Amsterdam e Daniel Reuss (Holanda), Paixão segundo S. Mateus de J. S. Bach com o mesmo coro e a Orquestra do Séc. XVIII (tour na Holanda e França) e as edições de Fevereiro e Julho do 7 Colinas 7 Cantatas.

Estrela Martinho

Iniciou os seus estudos musicais em 2010 na Academia de Amadores de Música na classe de flauta de bisel da Prof.ª Isabel Gonzaga, com quem completou o curso secundário em 2017.
Em 2015 iniciou o seu estudo do canto com a Prof.ª Margarida Marecos e desde então participou no Ciclo de Concertos de Música Antiga, na Igreja do Loreto, como flautista e cantora. Apresentou-se também como solista na obra Gloria, de Vivaldi.
Na classe do Estúdio de Ópera da Academia de Amadores de Música, participou nas Óperas A Vingança da Cigana, As Bodas de Fígaro e recentemente como Dido na Ópera Dido e Aeneas, de H. Purcell, no Palácio da Ajuda.
Em 2017 ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, no curso de flauta de bisel. Frequenta atualmente o 3º ano da Licenciatura deste curso, tendo trabalhado com Pedro Castro e atualmente com Pedro Couto Soares.
Como cantora, estuda atualmente com a Prof.ª Ana Leonor Pereira.
A sua formação enquanto músico concilia o aperfeiçoamento na flauta de bisel com o canto, mantendo uma colaboração permanente com a Academia de Amadores de Música.

Jorge Rodrigues

Iniciou os seus estudos musicais na classe de Violino, no Conservatório de Macau, e ingressou no Instituto Gregoriano de Lisboa, como aluno do curso de Piano na classe de Eurico Rosado, onde concluiu o curso de Canto Gregoriano. Estudou Canto com Elsa Cortez e sob a direcção de Armando Possante trabalhou obras de repertório coral desde o renascimento até à música contemporânea. Colaborou com diversos agrupamentos vocais entre os quais se destacam o Grupo Vocal Olisipo e Ars Lusitana. Integra actualmente o Coro Gregoriano de Lisboa.
É licenciado em ciências de engenharia química e mestre em engenharia química pelo Instituto Superior Técnico.

César Nogueira

Natural de Coimbra, estudou na Universidade de Aveiro na classe do professor Zóltan Santa tendo terminado em 2010 a Licenciatura profissionalizada em Ensino de Música. Começou no mesmo ano o Mestrado em Música na Academia Nacional Superior de Orquestra, na classe do professor Aníbal Lima.
No seu percurso profissional teve a oportunidade de colaborar como músico convidado em diversas orquestras e grupos, dos quais se destacam Remix Ensemble, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Ludovice Ensemble, Concerto Campestre, Orquestra Gulbenkian, entre outros. É desde 2009 membro da Orquestra Barroca Casa da Música do Porto. A extensa participação em orquestras não só permitiu observar de perto o trabalho de grandes Solistas, como Alina Ibragimova, Enrico Onofri, Andreas Staier, Riccardo Minasi, Fabio Biondi, Dmitri Sinkovsky, Rachel Podger, como deu também a possibilidade de trabalhar com vários maestros, dos quais se destacam Laurence Cummings, Christophe Rousset, Rinaldo Alessandrini, Masaaki Suzuki, Andrew Parrott, Paul Hillier, Harry Christophers, Hervé Niquet, Peter Rundel, Heinz Holliger, Pedro Neves, Evgeny Bushkov, Michael Zilm, Emilio Pomàrico, entre muitos outros. Em 2014 foi seleccionado para participar na Remix Summer Academy.
Participou em Masterclasses com Enrico Onofri (San Leo), Ryo Terakado e Susanne Scholz (Urbino), e Enrico Gatti (Casa de Mateus).
Recentemente foi selecionado para tocar a solo num estágio com o grupo “La Risonanza”, podendo colaborar com Fabio Bonizzoni e John Holloway.
Gravou para a Naxos e Harmonia Mundi com os grupos Concerto Campestre e Orquestra Barroca Casa da Música
Paralelamente à sua atividade como músico profissional, é professor de violino e música de câmara na Escola Profissional da Metropolitana.
Desde 2018 está inscrito no Mestrado em Performance, vertente de música antiga, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do Professor Benjamin Chénier.

Francesco Bergamini

Começou a estudar violino aos 9 anos na escola de música da sua cidade e piano com o seu pai (organista). Entrou no “Conservatorio Giuseppe Verdi di Torino”, onde estudou com Sergio Lamberto. Em 2008 participou numa masterclass sobre os 44 duetos para violino de Bartòk com Giacomo Agazzini. Durante os seus estudos em Turim, tocou com orquestras de câmara e sinfónicas como “Ensemble Orchestrale Giovanile di Torino”, “Orchestra Sinfonica di Rivoli” e na orquestra do conservatório em locais de prestígio como o “Teatro Regio di Torino” e o “Auditorium del Lingotto”, trabalhando com maestros como G. Ratti, C. M. Amadesi, M. Lamberto e Dario Tabbia, com o qual, com instrumentos históricos, trabalhou na performance de “Il combattimento di Tancredi e Clorinda”, de Claudio Monteverdi. Desde aí que se começou a focar mais na interpretação histórica de música dos séculos XVII e XVIII, participando em cursos de Verão e masterclasses com E. Casazza, C. Rousset, F. Fernandez, L. van Dael, entre outros. Depois de um ano no “Conservatorio S. Cecilia” em Roma, estudando violino barroco com Enrico Gatii, entrou na sua classe no “Koninklijk Conservatorio” em Haia (Países Baixos). Durante os seus estudos trabalhou sob a direcção e orientação de maestros como Enrico Gatti, Ton Koopman, Peter van Heyghen, Patrick Ayrton, Jaap ter Linden, entre outros. Inspirado pelas possibilidades de repertório, Francesco foca-se sobretudo na performance de música italiana dos séculos XVII e XVIII, sempre procurando trazer à luz repertório pouco conhecido ou nunca antes interpretado. Depois de obter a sua licenciatura em Música Antiga no Conservatório Real de Haia, continuou os seus estudos com Ryo Terakado no Conservatório Real de Bruxelas. Em Março de 2012 fundou, junto com o cravista e amigo italiano Edoardo Valorz, o ensemble “L’arco Sonoro”. Com este grupo tocou, entre outros, um programa focado no nascimento da escola de violino em Turim, fundada pelo violinista e compositor Gio. Battista Somis, aluno de Corelli e professor do famoso violinista francês Jean Marie Leclair. Muito activo como solista e músico de câmara, tocou em duo com o seu pai em muitas cidades italianas, e no estrangeiro em Chambery (França) e Alicante (Espanha). Tocou na Europa e Coreia com ensembles tais como o Luthers Bach Ensemble, Eik en Linde, Il Gardellino e The Amsterdam Corelli Collective.

Tiago Mota

Aluno de Canto no Conservatório Nacional, Tiago Mota especializou-se posteriormente em música antiga na Schola Cantorum Basiliensis. Possui vasta experiência a solo e em ensemble vocal, colaborando actualmente com Huelgas Ensemble ou Choeur de Chambre de Namur, entre outros.

Em 2006, foi solista em “A Floresta”, ópera de Eurico Carrapatoso; em 2012, em “The Fairy Queen”, de Purcell (Theater Basel); em 2014, em “Shiva for Anne”, de Mela Meierhans (MaerzMusik – Berlim e Luzern Festival); em 2018, na estreia de “Lunea” de Heinz Holliger (Ópera de Zürich) e nas Guerras do Alecrim e Manjerona, como D.Lancerote (Cistermúsica e Festival Manobras).

Ricardo Mateus

Nasceu em 1976 em Castelo Branco, tendo iniciado os seus estudos musicais no conservatório regional da mesma cidade com António Ramos e António Oliveira e Silva, com quem começou a estudar Violeta. Foi também seu aluno na Escola de Música do Conservatório Nacional, tendo concluído a Licenciatura em Violeta na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Alberto Nunes.
Em 1995, foi finalista do Prémio Jovens Músicos e distinguido com o Diploma de Mérito.
Integra desde 2005 o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, com o qual estreou inúmeras obras em Portugal e no estrangeiro, gravando quatro trabalhos discográficos com música de Jorge Peixinho (3) e encomendas (1).
Enquanto músico convidado, fez parte de várias orquestras nacionais e integrou, também, a digressão “Transparente” da fadista Mariza, com quem protagonizou mais de 250 concertos em todo o mundo.
Atualmente, Ricardo Mateus é professor de Violeta e de Orquestra na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, com elevado reconhecimento artístico e pedagógico, contando com vários alunos seus premiados em concursos.
Paralelamente, tem desenvolvido uma atividade regular no campo da música antiga, colaborando com vários agrupamentos como a Camerata Joanina, Quarteto Santa Cruz, Concerto Ibérico, entre outras.
É membro fundador do Quarteto Camões.

Marta Vicente

Marta Vicente nasceu em Lisboa. Iniciou os seus estudos de música na Fundação Musical dos Amigos das Crianças, nas classes de contrabaixo dos Professores Adriano Aguiar e Pedro Wallenstein. Estudou ainda com Alejandro Erlich-Oliva e Duncan Fox.
Licenciou-se em Contrabaixo e Violone no Departamento de Música Antiga e Práticas Históricas de Interpretação do Conservatório Real de Haia (Holanda), na classe de Margaret Urquhart. Frequentou masterclasses com Rainer Zipperling, Margaret Urquhart, Sigiswald Kuijken, Mieneke van der Velden, Ton Koopman, Jacques Ogg, Patrick Ayrton, Charles Toet, Richard Gwilt, Peter Holtslag e Daniël Brüggen.
É membro da Orquestra Barroca Divino Sospiro desde a sua formação em 2004, e colabora com grupos especializados internacionais tais como La Grande Chapelle, Ludovice Ensemble, Orquestra Barroca da Casa de Mateus, Concerto Campestre, Músicos do Tejo, Capella Patriarchal, Luthers Bach Ensemble, New Dutch Academy, Wallfisch Band, Opera2Day, Americ’Antiga, Suave Melodia, Sete Lágrimas e Flores de Música.
Apresentou-se em vários festivais e inúmeros concertos em Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polónia, Bulgária, República Checa, Roménia, Finlândia, Malta, Brasil, México e Japão. Toca regularmente com a orquestra Sinfonietta de Lisboa e apresentou-se com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa e Deutsche Kammerphilharmonie de Bremen.
Trabalhou sob a direcção de Enrico Onofri, Rinaldo Alessandrini, Harry Cristophers, Alfredo Bernardini, Chiara Banchini, Cecilia Bernardini, Massimo Spadano, Elizabeth Wallfisch, Vittorio Ghielmi, Alberto Grazzi, Kenneth Weiss, Ketil Haugsand, Riccardo Doni, Vanni Moretto, Marc Hantaï, Peter Van Heyghen, Albert Recasens e Michel Corboz.

João Pedro Afonso

Foi aluno da Academia de Música de Santa Cecília desde os três anos de idade, onde concluiu o 8.º grau de Órgão com David Paccetti Correia e frequentou os 3 anos de Técnica Vocal com Marina Ferreira. É Mestre em Ciências Musicais – Musicologia Histórica pela NOVA FCSH. Concluiu o Curso Complementar de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional na classe de Ana Paula Russo. Frequentou a classe de Música Antiga orientada por Helena Raposo pertencendo ao Ensemble Pictórico, quinteto a capella finalista da 29.ª edição do Prémio Jovens Músicos da RTP | Antena 2 (Setembro 2015, Lisboa). Venceu o Prémio de Melhor Interpretação de Canção Portuguesa da 10.ª Edição do Concurso Nacional de Canto de Conservatórios Oficiais de Música (Abril 2017, Aveiro). Participou em masterclasses de lied e Canção com David Santos, de Ópera com João Paulo Santos, Lucia Mazzaria, Christian Hilz e Música Antiga com Adam Woolf, Wim Becu e Orlanda Isidro. Integrou o Chœur de chambre de Namur em Les Indes Galantes (J. P. Rameau) sob a direcção musical de Leonardo Garcia Alarcón, numa produção conjunta Cappella Mediterranea/Opéra National de Paris (Setembro-Outubro 2019). Desde Outubro de 2018 que leciona Órgão e Instrumento de Tecla no Conservatório Regional de Évora — EBORÆ MVSICA. É tenor no Coro Gulbenkian (Novembro 2010), é membro fundador do grupo coral Lisboa a Cappella (dir. Pedro Ramos) e é co-titular do Órgão da Igreja de São Tomás de Aquino (Abril 2014, Lisboa), onde pertence igualmente ao Ensemble São Tomás de Aquino (dir. João Andrade Nunes), colaborando com o Coro Stella Matutina da Sé de Évora (dir. Rafael Reis).

Carlos Leal Cardín

Depois de começar os seus estudos em violoncelo moderno em Espanha e na Holanda, Carlos dedica-se ao estudo da música antiga com Christophe Coin na Schola Cantorum Basiliensis e Lucia Swarts no Conservatório Real de Haia. Também recebeu aulas de muitos dos grandes nomes do movimento da interpretação, tais como Anner Bylsma, para quem tocou a sonata op.102/2 de Beethoven no seu 80º aniversário.
Nos últimos anos, Carlos toca com grupos como a Nederlandse Bachvereniging (Young Bach Fellowship 2019-2021), a Orquestra do século XVIII, B’rock ou Vox Luminis, trabalhando com os maestros Jos van Veldhoven, René Jacobs, Iván Fischer e Marcus Creed, entre outros. Actuou em vários países e particiou em gravações discográficas com obras de Schubert, Bach, Purcell e a Paixão segundo São João para o projecto online allofbach.com.
Para além da sua experiência como intérprete, Carlos deu aulas na Young Talent School do Conservatório Real de Haia e desde 2018 que organiza a Academia de polifonía española, um curso de Verão da Universidad de Alcalá que aborda a música dos séculos XVI e XVII desde a reconstrução de uma pedagogia historicamente informada.

Gustavo Lopes

Em 2013 conclui a licenciatura em Direcção Coral e Formação Musical na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estuda com Cristina Brito da Cruz, Clara Coelho, Paulo Lourenço, Carlos Garcia, Francisco Cardoso, Vasco Azevedo, entre outros. Nesse ano, ingressa no Mestrado em Ensino da Música, que conclui em 2015 na mesma instituição, sob a orientação de Francisco Cardoso.
Estudou Pedagogia Musical na Hungria, em regime de Erasmus, tendo aí trabalhado as vertentes de Formação Musical, Direcção Coral, Piano, Pedagogia da Educação, Metodologia, Pedagogia Musical Infantil, entre outras. Participou, também, como orador convidado, no “X Encontro Nacional da APEM”, em 2016.
É membro fundador do Ensemble Vocal Desafinados. Em 2015 participa como solista na ópera Banksters, de Nuno Côrte-Real, com apresentação no Centro Cultural de Belém. Trabalha frequentemente com o Officium Ensemble e com o Coro Ricercare, ambos sob direcção do Maestro Pedro Teixeira.
É, desde 2013, professor de Formação Musical e Coro no Conservatório de Música da Metropolitana (CMML), na Escola Profissional Metropolitana (EPM) e na Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO).

Rita Tavares

Licenciada em canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, Rita estudou na classe de canto da Professora Sílvia Mateus. Actualmente, estuda com Manuela de Sá.
É membro do Coro Gulbenkian e do Officium Ensemble e trabalha regularmente com o Chamber Choir of Europe e com o Nederlands Kamerkoor.

Como solista, Rita interpretou o Te Deum de Francisco Lima com a Orquestra Gulbenkian, a missa da Coroação de Mozart com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, o Stabat Mater de Pergolesi, o Cântico Abraão e Isaac de Britten e os Diálogos das Carmelitas com a orquestra Sinfónica Portuguesa no Teatro Nacional do São Carlos (Irmã Saint-Charles).

Ainda como solista, Rita participou na estreia mundial dos Cantos Sefardins de Fernando Lopes-Graça com o pianista José Eduardo Martins, em São Paulo, no Brasil.

Nuno Raimundo

Nuno de Mendonça Raimundo é tenor, investigador no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM) da Universidade Nova de Lisboa e arquitecto. Presentemente, frequenta o doutoramento em musicologia histórica na mesma universidade e estuda canto sob a orientação de Armando Possante. Dedica-se sobretudo ao estudo e à interpretação de música antiga, especialmente da polifonia ibérica dos séculos XVI e XVII. Tem colaborado com diversos grupos em Portugal, nomeadamente o Coro Gulbenkian, sob a direcção de vários maestros de renome como Michel Corboz e John Nelson, o ensemble Cappella dei Signori, dirigido por Ricardo Bernardes, e o ensemble Polyphōnos, dirigido por José Bruto da Costa.

Carla Duarte

Nasceu na Covilhã em 1981.
Iniciou os estudos musicais na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI) na classe do professor Luís Vieira onde, em 2000, terminou o curso de oboé.
Em 2000 ingressou na Academia Nacional Superior de Orquestra onde trabalhou com os professores Miguel Lahuerta e Kristo Kasmetski (oboé), Pedro Ribeiro e Sally Dean,tendo terminado em 2004 a Licenciatura em Instrumentista de Orquestra. Prosseguiu os seus estudos em Espanha no Centro Musical “Allegro” (Valência) com o professor Jesus Fuster. Em 2006 após concurso, fez parte da Orquestra de L`academia del Teatre del Liceu (Barcelona). Em 2009 iniciou o Mestrado em Música na Escola Superior de Música de Lisboa, obtendo o grau de Mestre em 2011.
Frequentou masterclasses com François Leleux, Hansjorg Schellenberger, Cristian Wetzel, Andreas Wittmann, Alex Klein, Omar Zoboli, Isaac Duarte, Charles Frey, Ricardo Lopes, Jean Michel Garetti, Lazlo Hadady, Bernhard Heinrichs e Washington Barella.
Como músico convidado tem colaborado com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Filarmónica das Beiras, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto e Orquestra de Câmara Portuguesa. Lecionou no Conservatório de Palmela e no Conservatório Regional Caldas da Rainha.

Leonor de Sá

Iniciou os seus estudos musicais na Fundação Conservatório Regional de Gaia na classe de violoncelo do professor Valter Mateus. Encontra-se a concluir a licenciatura em violoncelo barroco na classe do professor Fernando Santiago García, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. Nesta mesma instituição foi também aluna do professor Marco Ceccato. Participou em diversas masterclasses e cursos, tendo trabalhado com Stefano Veggetti, Olivia Centurioni, Alejandro Marías, Ophélie Gaillard, Ton Koopman e Amandine Beyer.

Integra a Orquestra Barroca da ESMAE e participa frequentemente em vários recitais e festivais em Portugal e Espanha, tanto em contexto de orquestra como de música de câmara.

Margarida Pinheiro

A soprano de coloratura Margarida Pinheiro iniciou os seus estudos musicais como violinista aos 8 anos de idade. Ingressou mais tarde no Instituto  Gregoriano de Lisboa, onde teve o seu primeiro contacto com o canto.
Em 2014, concluiu a sua Licenciatura em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa.
Na sua breve passagem pelo Conservatório Nacional, foi membro do Ensemble Pictórico, quinteto vocal focado em madrigais e polifonia dos séc. XVI e XVII.
Mudou-se para Alemanha em 2016, país onde reside até aos dias de hoje, na cidade de Berlim. Trabalha regularmente com a mezzo-soprano Ursula Hesse von den Steinene com o maestro e correpetidor Tim Ribchester.
Como solista, interpretou Silvio na estreia moderna de “L’Endimione” de N. Jommelli (Orquestra Divino Sospiro, dir. Massimo Mazzeo, Palácio de Queluz), Soprano do Ensemble Solista no projecto de ópera “Ester” de A. Leal Moreira, D. Melgaz e Sara Ross (Estúdio de Ópera da ESML, dir. Jan Wierzba, Teatro S. Luiz) e Belinda em “Dido and Aeneas” de H. Purcell  ESML, enc. Sílvia Mateus, Teatro S. Luiz e outros). Cantou também no concerto de Laureados da Austria Barock Akademie, na ORF Radiokulturhausem Viena.
Margarida colabora ainda em duo com o tenor e guitarrista Pedro Matos, incidindo grande parte do seu trabalho na interpretação de arranjos de música popular europeia e americo-latina escritos por compositores de música clássica.

André Pérez Muíño

André Pérez Muiño é um tenor galego de 27 anos nascido em Santiago de Compostela.
Começou os seus estudos musicais com o piano até o início do estudo do canto com a professora Luz Alonso em sua cidade natal. Depois de fazer estudos superiores de piano em A Corunha, André vai passar um ano em Portugal, na ESMAE do Porto, onde estuda Canto – Variante Música Antiga com a professora Magna Ferreira. Só um ano depois da sua chegada a Portugal, muda-se para a Holanda, onde estuda com Rita Dams, Catrin Wyn-Davies, Francesca Aspromonte, Robin Blaze e Peter Kooij e onde se llicenciou em Junho de 2021.

Nos últimos anos, André teve a oportunidade de trabalhar com profissionais como Isaac Alonso de Molina, Michael Chance, Peter Dijkstra, Shunske Sato, Lionel Meunier, Strato Bull e Jos Vermunt, em diferentes projetos no Conservatório Reial da Haia assim como em festivais internacionais, como o Festival de Música de Granada 2021 e o Festival de Música Antigua de Úbeda y Baeza 2019 e 2021. Apresentou-se em palco na Casa da Música do Porto, no Tivoli Vredeburg de Utrecht, o Auditorio de Galicia e AMUZ em Antuérpia. Colabora na atualidade com ensembles como La academia de los nocturnos, Vox Luminis e a Netherlands Bach Society.

Maria de Fátima Nunes

Natural de Lisboa (1987), realizou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, é licenciada em Fisiologia Clínica (Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa) e mestre em Direcção Coral – ensino e performance, sob orientação de Paulo Lourenço (Escola Superior de Música de Lisboa).

Trabalha regularmente como maestrina e mezzo-soprano nalguns projectos nacionais e internacionais e ainda como professora de coro na Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo e Instituto Gregoriano de Lisboa. Na área do canto teve oportunidade de trabalhar com Armando Possante e Manuela de Sá. Como solista, realizou alguns concertos em repertório de várias épocas e estilos. Trabalhou com Michel Corboz, Esa Pekka Salonen e Patrice Chéreau, John Nelson, Leonardo García Alarcón, entre muitos outros. Fez parte do Tenso Europe Chamber Choir 2015 (Kaspars Putnins) e participou em vários festivais de renome na Europa integrando vários agrupamentos, como o Festival de Ambronay (FR), Festival d’Aix en Provence, Oude Muziek (NL). É maestrina assistente do Coro Participativo do Summer Choral Festival of Lisbon (desde 2017) e do Coro Participativo da Fundação Calouste Gulbenkian (2017 e 2018). Faz parte do Ensemble São Tomás de Aquino como membro e maestrina assistente. Como cantora de ensemble, trabalha regularmente com o Choeur du Chambre de Namur (BE), Officium Ensemble e Coro Gulbenkian (PT), neste último é também assistente da direcção artística.

João Costa

João Fonseca e Costa (n.1994), natural de Ponta Delgada iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Ponta Delgada em violino e, mais tarde, em Viola D´Arco, que concluiu em 2012.

No mesmo ano ingressou na Licenciatura em Composição, na Escola Superior Música de Lisboa (ESML) onde trabalhou com os Professores Luís Tinoco, Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas e Carlos Caires, tendo-a concluído em 2015.
Em 2018 participou no ACDA Summer Choral Composers Forum em Betheleem, Estados Unidos e em 2019 no Choral Chameleon Summer Institute 2019 em Nova Iorque, Estados Unidos.
No ano de 2020, foi selecionado para ser um dos cinco jovens compositores emergentes do Festival Criasons III, organizado pela Musicamera Produções.
É o Diretor Artístico do projeto “Peças Frescas – Edição Açores” desde a sua fundação em 2014, cujo se destina aos compositores nacionais apresentarem as suas peças nos Açores, sendo que o evento conta já com cinco edições.
Paralelamente à composição, trabalha regularmente como coralista no Coro Gulbenkian e no Nova Era Vocal Ensemble. Além disso colabora frequentemente com outros agrupamentos tais como o Officium Ensemble, Ensemble de São Tomás de Aquino, Voces Caelaestes, entre outros.
Como solista (barítono), atuou em 2014 com o Coro da Universidade de Lisboa, interpretando “Messe de Minuit” de Charpentier, sob a direção de Luís Almeida. Em 2016 e 2017 foi solista com o Coro Sinfónico e Orquestra Sinfónica da ESML, onde interpretou obras de Schumann, Mendelssohn, Bernstein e Eurico Carrapatoso, sob a direção dos Maestros Paulo Lourenço e Vasco Azevedo. Em 2018 destacou-se na interpretação de “Porgy and Bess” de G. Gershwin no papel de Jake, sob a direção de Paulo Lourenço, acompanhado pelo Coral de São José. Desde 2016 continua a apostar no Canto enquanto actividade formativa, tendo aulas regulares com a Professora Joana Nascimento.
Actualmente é professor de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório d´Artes de Loures, leciona violino na Academia de Música Arte dos Sons e dá aulas particulares de Composição e Formação Musical.

Marta Jiménez

Marta Jiménez concluiu a licenciatura em violino clássico no Consrevatório de Música e Dança das Ilhas Baleares em 2009. Participou em cursos com Vartan Manoogian, Juan Santiago, Agustin Leon Ara e Barry Sargent.

Em 2014 completou uma licenciatura em violino barroco no Koninklijk Conservatorium de Haia, onde estudou com Kati Debretzeni e Walter Reiter, tendo tido também aulas com Catherine Mackintosh e Ryo Terakado.
Em 2017 obteve o mestrado em violino e viola barroca no Conservatório de Utrecht com Antoinette Lohmann.
Em 2015 ganhou uma audição para formar parte da Orchestra dell’Academia Montis Regalis. Em 2015-2016 fez parte de um estágio com o ensemble Holland Baroque e é desde então membro regular, tendo realizado concertos nos Países Baixos, Alemanha e na China, e participando na gravação de vários dos seus CDs. Desde 2017 que é também membro de The Bach Orchestra of the Netherlands.
Trabalhou com vários grupos de música antiga como Os Orphicum, Arcade Ensemble, Concerto Barroco, Orchestra dell’Academia Montis Regalis, Heptachordum, The Eroica Project; Utrecht collective, Haags Vocal Ensemble, Arx Ardens, BaroqueAros, Baroque Orchestra of The Netherlands, Musica Poetica, The Northern Consort, com maestros como Peter van Heyghen, Jacques Ogg, Patrick Ayrton, Olivia Centurioni, Ophélie Gaillard, Milos Valent, Hidemi Suzuki, Lars Ulrich Mortensen, Enrico Gatti, Alessandro di Marchi e Isaac Alonso de Molina.
É co-fundadora dos ensembles Die Koloristen, Chiavette Consort e Opposti Ensemble. Actuou com estes em Portugal, Holanda e Espanhaa, participando no Festival de Utrecht e no Festival de Póvoa do Varzim.

João Rodrigues

Nasceu em Lisboa. Integrou os elencos de Porgy and Bess, Die Meistersinger von Nürnberg, Parsifal, Le Vin Herbé, Il Matrimonio segreto, Cosi fanTutte, Die Zauberflöte, Suzana, A Floresta, A Vingança da Cigana, Raphael Reviens, Francesca da Rimini, Salome, Jerusalém, Paint Me, L’Arco di Sant’Anna, Tição Negro, D.Inês de Castro, Ariodante, Acis and Galatea, Bastien und Bastienne.
Cantou com as várias orquestras do panorama nacional, estreou obras de E.Carrapatoso, N.Côrte-Real, V.Mendonça, L.Tinoco e efectuou concertos com os pianistas N.V.de Almeida, J.P.Santos, J.Crisóstomo, N.Lopes, F.Sassetti, J.Vasco, J.M.Brandão.
Interpretou peças sacras de Bach, Handel, Haydn, Mozart, Bruckner, Rossini, Monteverdi entre outros mestres.
Estudou canto na EMCN com F.Amaro, na ESML com L.Madureira, H.P.Manique, e E.Saque. Realizou aperfeiçoamento com J.Lourenço.

Madalena Barão

Contralto, natural de Lisboa, começou os seus estudos musicais aos 6 anos de idade em violino com a Professora Eva Michalska e posteriormente estudou na Academia de Amadores de Música (AAM) onde concluiu o quinto grau de violino com o professor Jean Aroutiounian. Na AAM integrou o Coro dos Pequenos Cantores onde teve a oportunidade de participar em várias óperas como membro do coro infantil. Mais tarde, integrou a classe de canto da professora Larissa Savchenko na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional (EAMCN), onde concluiu o curso de Canto lírico. Na EAMCN foi membro do coro Musaico dirigido por Tiago Marques onde participou em diversos festivais corais em Portugal e Alemanha. Foi solista na obra “Oratorio de Noël” de Saint-Saëns dirigida por Nathanael Júnior e “Drei geitliche Lieder” de Bartholdy, dirigida por Tiago Marques. Atualmente é membro do coro Ricercare dirigido por Pedro Teixeira e integra também o Ensemble São Tomás de Aquino dirigido por João Andrade Nunes.

É mestre em Gestão pelo ISCTE e licenciada em Contabilidade pelo ISCAL. Atualmente exerce a função de Sales Analyst.

Nuno Mendes

Dedica-se exclusivamente à interpretação do violino barroco desde 2002, graduando-se em 2009 com máxima qualificação na ESMUC – Escola Superior de Música da Catalunha, tendo estudado com Marc Destrubè, Emilio Moreno, Chiara Banchini, Enrico Onofri, Manfredo Kraemer e Pablo Valetti.

Como violinista e violista especializado na interpretação da música antiga, integra diferentes orquestras e agrupamentos musicais, tais como Lá Real Cámara, Músicos do Tejo, Divino Sospiro, El Concierto Español, Academia 1750, Bach Collegium Musicum, Bach Zum Mitsingen, Vespres d’Arnadi, Orquestra Barroca de Barcelona, La Galanya, Companya Xuriach, entre outros. É também fundador da Orquestra Barroca Guillamí Consort, dedicada à recuperação e interpretação da música antiga portuguesa e espanhola dos séculos XVII e XVIII.

Gravou mais de 15 cds para diferentes discográficas de prestígio, como Glosa, Brilliant, La Mà de Guido, Naxos, entre outras, e apresenta-se regularmente nos mais importantes festivais de música antiga de toda a Europa.

Entre os anos 2009 e 2019 conciliou também a sua atividade concertística com a docência, sendo professor e diretor pedagógico em conservatórios e escolas de música da área metropolitana de Barcelona.

Atualmente prepara a sua tese de doutoramento em música na Universidade de Salamanca. Foi bolseiro do Centro Nacional da Cultura no projeto Jovens Criadores nos anos 2009 e 2010.

Sofia Grilo

Professora de Violino, Violeta e Orquestra (infantil e juvenil) na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, desde 2017.
Ao longo dos anos enquanto instrumentista, tem vindo a desenvolver a sua atividade artística tanto no violino moderno como no violino e viola barrocos.
Integrou diversos projectos com orquestras e agrupamentos modernos, sendo que entre 2012 e 2015, foi violino tutti/reforço na Orquestra Filarmonia das Beiras.
No âmbito da música antiga, integrou a Orquestra Barroca do Conservatório Superior de Castellon (2016) e o agrupamento Camerata Joanina (2011), desde a sua fundação. Colabora também regularmente, tanto como violinista e violetista, com o agrupamento Concerto Ibérico (2017) e com a Orquestra D’Aquém Mar (2020). 

Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música de Coimbra em 1997, na classe de violino do professor João Ventura. Posteriormente prosseguiu os seus estudos na Universidade de Aveiro na classe do professor Zoltán Santa, tendo concluído em 2011 a Licenciatura de Performance em Violino e o Mestrado em Ensino de Violino em 2015. 
A partir de 2013 alarga os seus estudos ao violino barroco com o professor Angel Sampedro, e posteriormente, em 2016 inicia a especialidade de violino barroco no Conservatório Superior de Música de Castellon. Entre 2018 e 2020, frequentou o Mestrado em Performance de Música Antiga (Violino barroco) na ESML, na classe do professor Benjamin Cheniér.  
Desenvolveu ainda as suas aprendizagens técnicas e artísticas com violinistas como Sergey Kravchenko, Angel Sampedro, Amandine Beyer, Benjamin Cheniér, Lorenzo Collito, Carlos Zíngaro Alves, entre outros.
Como docente, entre 2011 e 2018, lecionou Violino e Violeta na Escola de Música São Teotónio e no Conservatório de Música de Coimbra.
Desde 2015 que orienta regularmente diversos cursos, estágios de orquestra e masterclass direcionados para crianças e jovens músicos, em Coimbra, Aveiro, Figueira da Foz e Lisboa. 

Rosa Vieira

Rosa Vieira iniciou os seus estudos musicais aos 5 anos, tendo ingressado na Escola de Música do Conservatório Nacional, onde completou o  5.º grau de Piano. No ano seguinte, ingressou na classe de cravo da professora Cândida Matos, e na classe de Música Antiga do Conservatório Nacional, com a professora Helena Raposo. Findo o 8º grau em cravo, prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música de Lisboa com a professora Elisabeth Joyé e, ao abrigo do programa Erasmus, ingressou no Conservatório Real de Haia, onde estudou cravo com o professor Fabio Bonizzoni e baixo contínuo com Patrick Ayrton. Ao longo dos últimos anos, teve masterclasses com Ton Koopman, Menno van Delft, Ketil Haugsand, Jacques Ogg, Skip Sempé, Miklós Spányi e Marco Mencoboni.

Inês Wilson Trindade

Inês Wilton Trindade é licenciada na Escola Superior de Música de Lisboa, em alaúde. Completa o ensino secundário na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional onde transita da guitarra clássica para o seu instrumento atual, o alaúde. Aqui, estuda com o professor Eurico Pereira (guitarra) e com a professora Helena Raposo (alaúde). Durante a licenciatura estuda com os professores Vinícius Perez e Guilherme Barroso. No seu último ano da licenciatura teve a oportunidade de fazer Erasmus na Escola Superior de Música da Catalunha onde estudou sob orientação do professor Josep María Martí Duran. Durante este período, experimentou outros instrumentos, como tiorba e guitarra barroca. Ao longo do seu percurso musical teve a possibilidade de fazer cursos, tais como: “XVI CIMA” da ESMAE, “IX CIMA” da MAAC, “XXX , Early Music Morella Curso y Festival Internacional de Música Medieval y Renacentista e um seminário sobre Gaspar Sanz e els “Tonos Humanos” na ESMUC, com os professores Hugo Sanches, Eduardo Egüez e Xavier Díaz-Latorre.

Joana Bagulho

Nasceu em Lisboa em 1968. Estudou piano na Academia de Amadores de Música de Lisboa e no Conservatório Nacional na classe dos professores Miguel Henriques e Tânea Achot. Iniciou os estudos de cravo em 1994 na classe da Professora Cremilde Rosado Fernandes tendo completado a licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa. Concluiu em 2006 o mestrado em Performance na Universidade de Aveiro tendo como professor de cravo Jacques Ogg e paralelamente trabalhou com Elisabeth Joyé, em Paris. 

Frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento nomeadamente com os cravistas Ketil Hausgand, Jacques Ogg e Rinaldo Alessandrini e Keneth Weiss entre outros. Frequenta regularmente aulas com Elisabeh Joyé tanto particulares como em masterclasses. 

Em 2015 realizou a prova de título de especialista em Música Antiga/Cravo no instituto politécnico de Lisboa. Concluiu ainda nesse ano o mestrado em ensino da música na Escola Superior de Música de Lisboa. Fez uma pós graduação em estudos avançados de polifonia na Escola de música e artes do Porto. 

Participou em espectáculos de teatro com o Teatro da Graça, o Teatro Aberto, o Grupo teatro “o bando”. Participou em “A colher de pauta” – Centro de arte Moderna (1998) e Centro Cultural de Belém (1999), “Orfeu e Euridice” – teatro da trindade, Guimarães (2008,2009). Concebeu os espectáculos para públicos mais jovens: “No tempo em que os instrumentos falavam”, “O som dos sentimentos” juntamente com Fernando Pedro Oliveira e Joana Amorim, “Lisboa em Voo de Peixe” com Caroline Berjeron e Beatriz Bagulho, “E comparar-te a um dia de Verão”com maria Bayley e Teresa Coutinho, “O colinho da rainha”  com Alice Albergaria e com estes tem realizado espectáculos por todo o país. Tem realizado recitais a solo e concerto de música de câmara tanto na área da Música Antiga como na Música Contemporânea nomeadamente na temporada de cravo em Óbidos, festival de Outono em Aveiro, festival de música de camara de Almada, Festival de Leiria entre outros. Desenvolveu um programa de transcrições de música de Carlos Paredes para cravo com o qual tem efectuado diversos recitais a solo em portugal e no estrangeiro nomeadamente em itália no Festival Cantar Lontano. É professora assistente da escola Superior de Música de Lisboa desde 1999 onde lecciona Harmonizaçao ao piano, Baixo continuo, Ornamentação e interpretação histórica.

Mariana Santos

Mariana Santos iniciou os seus estudos de Guitarra clássica aos 5 anos na Academia de Música de Almada, com o professor Nuno Santos.
Aos 16 anos ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional sob orientação do professor Júlio Guerreiro. 
Nesse mesmo ano, entrou para a Classe de Música Antiga do Conservatório Nacional onde teve o primeiro contacto com a música antiga, o que a levou a iniciar os estudos de alaúde com a professora Helena Raposo.
Despertado o interesse neste ramo da música, participou em diversos cursos tais como “XVI CIMA” da ESMAE, “IX CIMA” da MAAC, “XXX EIMCM” da Fundação da Casa de Mateus e a “Ton Koopman Academy 2021” no Conservatório Real de Haia.
Em 2019 ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa em Alaúde, onde estuda atualmente com o professor Guilherme Barroso. Neste presente ano lectivo, ao abrigo do programa Erasmus, estudou no Conservatório Real de Haia com os professores Mike Fentross e Joachim Held.
Mariana apresentou-se nos dias da música no CCB com o projeto “o colinho da rainha” e ainda como solista convidado em Concertos para Bebés ®️ durante o mês de janeiro de 2020.

Tiago Simas

Tiago Simas iniciou os seus estudos de música na Escola Luís António Maldonado Rodrigues, em Torres Vedras, onde estudou Canto com Susana Duarte.
Concluiu o Curso Secundário de Canto Gregoriano no Instituto Gregoriano de Lisboa, na classe de Elsa Cortez. Terminou o seu percurso nesta escola com a realização de uma Prova de Aptidão Artística inteiramente dedicada ao estudo e interpretação da english song da passagem do século XIX para o século XX.
Desde 2020 frequenta, em simultâneo, o Curso de Canto e o Curso de Composição da Escola Superior de Música de Lisboa, onde pertence à classe de Canto de Armando Possante. Como aluno de Composição, estudou com João Madureira e estuda, atualmente, com Sérgio Azevedo.
Também por se dedicar a estes dois ramos, contacta constantemente com música de vários períodos históricos e interpreta, a solo, um repertório muito diversificado, que integra música desde a antiga à contemporânea.
Atualmente, tem trabalhado em conjunto com o Ensemble São Tomás de Aquino e com o Grupo Vocal Olisipo.
Entre participações como solista em vários projetos, destacam-se as seguintes: O Sing Unto the Lord (1688) de Purcell, Magnificat de Durante/Pergolesi, tal como In Exitu Israel (1753) e Dominus Regnavit (1737) de Mondonville. Como cantor operático, interpretou o papel de Dritter Knabe (Terceiro Rapaz) em Die Zauberflöte (1791) de Mozart e, recentemente, o papel de Hexe (Bruxa) em Hänsel und Gretel (1893) de Humperdinck. Em coro ou ensemble, fez parte de produções como Sicut lilium inter spinas (1584) e Missa Sicut lilium (1590) de Palestrina; Wir müssen durch viel Trübsal (1726) de Bach; Requiem (1791) e Grande Missa em Dó Menor (1783) de Mozart; Requiem (1890) de Fauré; A Ceremony Of Carols (1942) de Britten e Carmina Burana (1936) de Orff, com La Fura dels Baus. Destaca-se a sua recente participação no disco Fiat Lux, gravado em 2021 com o Grupo Vocal Olisipo, que apresenta, ao lado do Te Deum (2018) de Eurico Carrapatoso, as obras de estreia Ode à Paz (2022), de Anne Vitorino de Almeida, e Três Poemas de Fernando Pessoa (2022), de Tiago Derriça.